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Doenças e Prevenção

Febre Amarela

Dra. Helena Keico Sato

IntroduçãoDescriçãoDiagnósticoTratamentoBibliografia

Descrição

Desde 1980 tem se observado um ressurgimento da febre amarela no mundo, sendo a maioria dos casos, cerca de 90% na África e o restante na América do Sul. No Brasil, desde 1932 registram-se casos de febre amarela silvestre e os anos de maior ocorrência foram 1938 e em 1952 com 261 e 221 casos respectivamente. No entanto nestes últimos anos temos observado um aumento de casos.

O que é a febre amarela?
Como as pessoas podem se infectar pelo vírus da febre amarela?
Onde ocorre a febre amarela silvestre?
Existem casos de febre amarela urbana no Brasil?
O homem infectado pelo vírus da febre amarela residente em área urbana infestada de Aedes aegypti, pode transmitir o vírus para o mosquito se for picado?
Todas as pessoas que se infectam com o vírus da febre amarela adoecem?
Como é o desenvolvimento da doença?
Quais são os sintomas da doença?

separador

O que é a febre amarela?

É uma doença causada pelo vírus amarílico, transmitido ao homem pela picada de um mosquito infectado. A infecção do mosquito ocorre quando ele pica animais silvestres infectados ou pessoas infectadas pelo vírus.

Cerca de 90% das pessoas infectadas pelo vírus da febre amarela são assintomáticas ou apresentam a forma leve com febre, dor de cabeça com duração de cerca de dois dias. O restante das pessoas infectadas podem apresentar a forma moderada ou grave.

Na forma moderada as pessoas apresentam febre, dor de cabeça, dores musculares, náuseas e algumas vezes epistaxe, icterícia e albuminúria leve com duração entre dois e quatro dias.

Na forma grave os principais sintomas são febre alta, dores pelo corpo, cefaléia, icterícia com elevados níveis de bilirrubinas e transaminases, oligúria, anúria e hematêmeses .

[sobe]

Como as pessoas podem se infectar pelo vírus da febre amarela?

Os mosquitos transmissores da febre amarela silvestre vivem nas matas e são os hemagogos e o Sabethes. Eles picam animais silvestres portadores naturais do vírus amarílico, principalmente macacos, e levam a doença aos seres humanos. O mosquito transmissor da febre amarela urbana vive nas cidades e é chamado Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue, e se infectam ao picar uma pessoa infectada pelo vírus da febre amarela.

[sobe]

Onde ocorre a febre amarela silvestre?

No Brasil, a febre amarela silvestre ocorre nas florestas, matas e áreas rurais de regiões endêmicas: Amapá, Amazonas, Acre, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Goiás, Rondônia, Roraima e Tocantins.

No mundo há casos na África (Angola, Benin, Burkina Faso, Camarões, República Democrática do Congo, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Libéria, Nigéria, Serra Leoa e Sudão) e América do Sul( Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Perú e Venezuela).

[sobe]

Existem casos de febre amarela urbana no Brasil?

Não há ocorrência de febre amarela urbana no Brasil desde 1942, apesar da infestação pelo mosquito Aedes aegypti, vetor urbano da doença, em muitos municípios do país.

O mosquito Aedes aegypti foi considerado erradicado do país em 1955 mas, a partir de 1976, o Brasil é novamente reinfestado. Hoje, esse mosquito está presente em cerca de 60% dos municípios do país.

Atualmente são registrados casos de febre amarela urbana apenas na África. Na América do Sul, foram registrados entre 1997 e 1998 casos de febre amarela urbana apenas na Bolívia.

[sobe]

O homem infectado pelo vírus da febre amarela residente em área urbana infestada de Aedes aegypti, pode transmitir o vírus para o mosquito se for picado?

Sim. E é essa uma das grandes preocupações das autoridades de saúde, pois pode ocorrer o desencadeamento da febre amarela urbana. Mas para que uma pessoa com febre amarela contamine o mosquito, é necessário que ela seja picada pelo Aedes aegypti cerca de 24 a 48 horas antes do início dos sintomas e de três a cinco dias após o início da doença.

[sobe]

Todas as pessoas que se infectam com o vírus da febre amarela adoecem?

Não. Apenas 10% poderão apresentar alguns sintomas da doença, que pode ser de moderada, grave e maligna. A maioria das pessoas apesar de infectada pelo vírus da febre amarela, não apresentarão sintomas da doença.

[sobe]

Como é o desenvolvimento da doença?

Existe um período de incubação do vírus que dura cerca de três a seis dias após a picada do mosquito. Após esse período de incubação, cerca de 90% das pessoas infectadas são assintomáticas ou apresentam sintomas leves e orestante poderão apresentar a forma moderada , grave ou maligna. Nas formas graves e malignas apresentam uma evolução denominda bifásica: seguem-se os períodos de infecção, de remissão e nos casos mais graves, de intoxicação.

O período de infecção tem início súbito e dura cerca de 3 dias. É caracterizado por sintomas gerais como febre, calafrios, dores de cabeça, lombalgia (dores nas costas), mialgias (dores musculares) generalizadas, prostração, náuseas e vômitos.

O período de remissão caracteriza-se pelo declínio da temperatura e diminuição dos sintomas, provocando uma sensação de melhora no paciente. Dura de poucas horas até dois dias.

O período de intoxicação caracteriza-se pela predominância dos sintomas hepato-renal, tais como icterícia, hematêmese (vômitos com sangue), melena e outras manifestações hemorrágicas (epistaxes, otorragias, gengivorraias), oligúria e anúria, acompanhados de albuminúria e prostração intensa.

[sobe]

Quais são os sintomas da doença?

Os sintomas são classificados segundo a sua severidade: leves, moderados, graves e malignos.

A forma leve caracteriza-se apenas por febre e dor de cabeça, com duração de cerca de dois dias.

Na forma moderada além da febre e dor de cabeça, a pessoa infectada apresentará dor nas costas, dor muscular, náusea e vômitos e algumas poderão ficar ictéricas ("amarelas"), com duração entre dois e quatro dias.

Na forma grave o paciente apresenta icterícia e comprometimento renal.

Na forma maligna, tanto o fígado como os rins encontram-se muito comprometidos, levando o paciente a apresentar sérios problemas hemorrágicos e insuficiência renal. Tanto na forma grave quanto maligna, a mortalidade é superior a 50%.

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