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Doenças e Prevenção

Epilepsia

Dr. Carlos Guerreiro

IntroduçãoDescriçãoTratamentoBibliografia

Tratamento

Como é o tratamento?
Quais são os efeitos colaterais dos medicamentos para epilepsia?
Quantos medicamentos o paciente deve tomar?
Quais são as dificuldades no controle da doença?
Quando o tratamento cirúrgico é recomendado?
Existem tratamentos específicos?
O que fazer frente a pessoa com uma crise convulsiva?

separador

Como é o tratamento?

A principal justificativa para se iniciar o tratamento são as conseqüências psicossociais: a independência do indivíduo, o emprego, o ato de dirigir veículos, as atividades de lazer e esportivas, ou seja, a integração social do paciente e os aspectos psicológicos relacionados.

Mesmo quando o médico não descobre a causa da epilepsia, geralmente se inicia o tratamento medicamentoso.

O tratamento inicial das epilepsias é feito com medicamentos que tendem a suprimir as crises. Os medicamentos agem na estabilização das membranas celulares, diminuindo o fluxo exagerado de íons, ou aumentando neurotransmissores inibitórios ou ainda diminuindo a ação de neurotransmissores excitatórios.

A escolha, pelo médico, da medicação dependerá do tipo de crise que o paciente apresenta.

O paciente deverá tomar a medicação prescrita regularmente. Esquecer doses, ficar sem receitas (estas medicações exigem controle de receituário) ou tomar dosagens menores que as prescritas podem levar ao fracasso do tratamento.

[sobe]

Quais são os efeitos colaterais dos medicamentos para epilepsia?

Fármacos antiepilépticos podem causar efeitos colaterais, embora muitas pessoas tomem essas substâncias por períodos de tempo prolongados sem nenhum efeito adverso.

Alguns efeitos ocorrem mais no início do tratamento, tais como sonolência, sensação de cansaço, tontura, dor de cabeça, alterações estomacais ou digestivas, mas tendem a desaparecer com a adaptação do organismo.

Determinadas pessoas são alérgicas a anticonvulsivantes e podem ter alterações cutâneas (urticárias, coceiras, etc.). Quando isso ocorre o paciente deve contactar o médico e geralmente a medicação é substituída.

Algumas substâncias anticonvulsivantes exigem que se utilizem anticoncepcionais especiais para evitar sangramento no meio do ciclo menstrual e a gravidez indesejada.

[sobe]

Quantos medicamentos o paciente deve tomar?

Se o paciente está tomando muitas medicações é melhor consultar o médico para saber se há necessidade de todas elas. Hoje o mais provável é o médico iniciar o tratamento com uma única medicação e se as crises não estiverem controladas aumentar a dose ou trocar o medicamento, para posteriormente acrescentar outros anticonvulsivantes. Naturalmente alguns pacientes necessitam doses maiores e alguns mais do que um medicamento.

[sobe]

Quais são as dificuldades no controle da doença?

Normalmente consegue-se um controle satisfatório das crises epilépticas em aproximadamente 70% dos pacientes.

Para o contingente não controlado (epilepsia de difícil controle ou refratária à medicação) restam as perspectivas de novos medicamentos ou cirurgia para epilepsia, quando for indicada.

Os novos medicamentos, de um modo geral, são bem tolerados (poucos efeitos colaterais), entretanto seu custo elevado impede que um maior número de pacientes sejam beneficiados.

[sobe]

Quando o tratamento cirúrgico é recomendado?

O objetivo da cirurgia para epilepsia é reduzir ou eliminar as crises, sem provocar danos maiores para o paciente e assim melhorar a sua qualidade de vida. A cirurgia de epilepsia é um procedimento realizado por equipes multidisciplinares especialmente treinadas. Pode ser recomendada quando:

  • As crises se iniciam em um determinada região do cérebro;
  • Vários tratamentos medicamentosos foram feitos sem sucesso;
  • A parte do cérebro acometida pode ser retirada sem comprometer funções importantes como fala, memória, etc.

Na avaliação pré-cirúrgica, o paciente deve ser avaliado por neurologista clínico, neurofisiologista, neuropsicólogo, psiquiatra e neurocirurgião. Essas avaliações permitem determinar o melhor tipo de procedimento cirúrgico, assim como garantir a preservação de funções essenciais como memória, fala, etc.

Após a cirurgia, a maioria dos pacientes deve permanecer com as medicações anticonvulsivantes por pelo menos um ano, sendo que a maioria por muito tempo

[sobe]

Existem tratamentos específicos?

Há outros tratamentos em condições especiais como:

  • Dieta cetogênica : particularmente indicada em algumas formas severas de epilepsias da infância. Consiste em submeter a criança à uma dieta rica em gorduras e pobre em hidrato de carbono para provocar uma condição chamada cetose.
  • Estimulação do nervo vagal: coloca-se um estimulador elétrico à bateria no subcutâneo do paciente à semelhança de um marca passo cardíaco, que a determinados intervalos provoca estimulação do nervo vago do lado esquerdo do pescoço. O procedimento é custoso porque o aparelho é importado e necessita de procedimento cirúrgico para sua implantação. Raramente os pacientes ficam completamente livres das crises. Não é conhecido o mecanismo segundo o qual a estimulação deste nervo atua nas epilepsias e o porquê da melhora observada em alguns pacientes.
  • Vitaminoterapia, biofeedback, acupuntura e homeopatia: não são considerados eficazes no tratamento das epilepsias e não são aprovados para esta finalidade.

[sobe]

O que fazer frente a pessoa com uma crise convulsiva?

  • Mantenha-se calmo, não se apavore.
  • Coloque algo macio sob a cabeça da pessoa para protegê-la de batidas do crânio contra o solo.
  • Deite-a de lado para facilitar o escoamento de saliva e a respiração.
  • Não coloque nada em sua boca.
  • Não tente segurar a língua, pois ela não enrola.
  • Não dê nada para beber ou cheirar. · Não tente conter os seus movimentos.
  • Fique a seu lado até que a pessoa se recupere. Algumas pessoas ficam confusas após a crise.

[Introdução] [Descrição] [Tratamento] [Bibliografia]



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Atenção: As informações contidas neste site têm caráter informativo e não devem ser utilizadas para realizar auto-diagnóstico, auto-tratamento ou auto-medicação. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

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