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Doenças e Prevenção

Depressão Infantil

Dr. Genário Alves Barbosa
Dra. Adriana de Andrade Gaião e Barbosa

IntroduçãoDescriçãoDiagnósticoTratamentoBibliografia

Tratamento

Como é o tratamento para a depressão infantil?
Como é o tratamento medicamentoso?
O que são antidepressivos triciclos (ADTC)?
O que são os ISRS?
Quais os efeitos colaterais dos antidepressivos nas crianças?
Quais são os efeitos colaterais dos triciclos?
Quais são os efeitos colaterais dos ISRS?
Quais os cuidados que o médico deve ter ao manusear os fármacos antidepressivos?
Qual é a duração do tratamento?
Como os pais e professores podem ajudar no tratamento?
Como prevenir a depressão infantil?
Qual a importância do leigo conhecer melhor a depressão infantil?

separador

Como é o tratamento para a depressão infantil?

A intervenção para a DI é ampla. O médico, o psicólogo, pais e professores estarão envolvidos nesse processo. Deve-se buscar tantas informações quantas forem necessárias, pois somadas, em muito ajudarão aos profissionais a realizar uma intervenção mais eficiente. Conhecer as amizades da criança, seus gostos e desejos, suas críticas, fantasias é obrigação de todos os que intervêm nessa criança. Pedir a colaboração dos pais e professor é fundamental.

O tratamento da depressão deve estar baseado em dois pilares: o medicamentoso e a psicoterapia. Esta última é imprescindível, pois em muitas depressões leves a psicoterapia é suficiente para curá-la. Em depressões mais graves, devemos associar o tratamento medicamentoso com o psicoterápico.

[sobe]

Como é o tratamento medicamentoso?

O tratamento medicamentoso é feito utilizando-se antidepressivos triciclos ou ISRS (inibidores seletivos da recaptação de serotonina). Fica a critério do médico o tipo de substância que pretende utilizar. Mas deve-se ressaltar que os triciclos geralmente são usados a partir de três ou quatro anos, enquanto os ISRS somente a partir dos sete anos.

[sobe]

O que são antidepressivos triciclos (ADTC)?

Os antidepressivos triciclos foram descobertos na década de 50 e é muito usado ainda hoje. Dentre eles temos a imipramina, a amitriptilina, a cloroimipramina, a desimiramina. A cloroimipramina é muito usada em depressão e outros transtornos psiquiátricos. A imipramina tem a vantagem de ser um antidepressivo com efeito sedativo, motivo pelo qual se utiliza muito em psiquiatria infantil e também nas depressões infantis. A amitriptilina apresenta efeitos positivos, pois além de atuar na sintomatologia depressiva, atua, também, em sintomas ansiosos muitos freqüentes em quadros depressivos.

[sobe]

O que são os ISRS?

Os ISRS - inibidores seletivos da recaptação de serotonina - são drogas da década de 90 e que apresentam menos efeitos colaterais que os triciclos. Destacam-se a fluoxetina e a sertralina, que têm sido muito usadas pelos psiquiatras infantis. A fluoxetina tem mostrado eficácia na remissão da sintomatologia depressiva e utilizada, inclusive, em tratamentos de obesidade em crianças, que geralmente também apresentam sintomatologia depressiva. Estudos recentes apontam a sertralina como um bom antidepressivo em crianças, afora também atuar nos transtornos obsessivos compulsivos.

[sobe]

Quais os efeitos colaterais dos antidepressivos nas crianças?

Efeitos colaterais em crianças que tomam antidepressivos têm sido pouco descritos, até porque as doses empregadas são mínimas. Em termos gerais tantos os ADTC como os ISRS não ocasionam efeitos colaterais significativos em crianças, desde que a dose prescrita esteja correta.

Entretanto, é prudente que o médico alerte os familiares para que observem as crianças que tomam antidepressivos, assim como outros tipos de medicamentos pois, algumas delas, podem apresentar reações colaterais mais fortes e neste caso os pais devem suspender a administração das drogas e procurar o médico. Porém repito, os antidepressivos geralmente não ocasionam efeitos colaterais que ocasionem a interrupção do tratamento.

[sobe]

Quais são os efeitos colaterais dos triciclos?

Os efeitos colaterais dos triciclos em crianças são poucos, podemos destacar secura de boca, prisão de ventre e visão borrosa. O mais importante, antes de usá-los é pedir uma avaliação do cardiologista, já que os mesmos podem comprometer a função cardíaca e, um simples eletrocardiograma pode nos dar esta informação.

[sobe]

Quais são os efeitos colaterais dos ISRS?

Os ISRS produzem poucos efeitos colaterais em crianças - seus efeitos colaterais são são mais acentuados em adultos. A sertralina, por exemplo, pode provocar fezes amolecidas e até diarréia que pode ser resolvido com a diminuição da dose e ir aumentando paulatinamente.

[sobe]

Quais os cuidados que o médico deve ter ao manusear os fármacos antidepressivos?

É importante que o médico saiba manusear bem os fármacos antidepressivos e usar aquele cujos resultados positivos tenha observado ao longo de sua experiência. É importante que os antidepressivos sejam usados com cuidado pelos médicos, principalmente no tocante aos efeitos colaterais. A nosso ver, devemos nos precaver com os antidepressivos novos, principalmente o seu uso em crianças.

A utilização de antidepressivos deve ter indicação precisa. Não podem os médicos abusar de sua prescrição sem ter a convicção da necessidade dos mesmos e de que esses fármacos vão trazer beneficios para o paciente.

O médico deve ter o cuidado de solicitar um eletrocardiograma já que os antidepressivos podem comprometer a função cardíaca do paciente.

[sobe]

Qual é a duração do tratamento?

Uma pergunta muito freqüente dos pais é quando vai terminar o tratamento. A intervenção psicofarmacológica, caso o médico a utilize, deverá permanecer entre quatro a seis meses em casos de quadros depressivos moderados e graves. O tempo de uso do medicamento é o mesmo que o recomendado para os adultos.

O médico deve explicar aos familiares que com o uso do antidepressivo, a criança apresentará remissão de alguns dos sintomas no espaço de 10 a 20 dias e, dependendo do caso, com mais outros 15-20 dias, os sintomas já não estarão mais presentes. O importante, mesmo com a ausência dos sintomas, é manter o tratamento medicamentoso, evitando assim que haja uma recaída, o que pode levar no futuro a um quadro depressivo crônico.

[sobe]

Como os pais e professores podem ajudar no tratamento?

Estimular a criança a brincar, participar de atividades recreativas e esportivas para que possa melhorar seu humor e manter contato com outras crianças. Na DI essas atividades não são contra-indicadas, pelo contrário devemos estimulá-las constantemente.

[sobe]

Como prevenir a depressão infantil?

A prevenção passa pelo conhecimento da dinâmica familiar. A prevenção ideal para a DI seria orientar os pais para estabelecerem laços mais afetivos com os filhos, estimulando-os em seu desenvolvimento psico-social. Sabemos que é uma meta muito difícil de ser atingida, pois os problemas sociais e econômicos que essa família vivencia são alheios a sua vontade, que somados aos problemas conjugais e a separação dos casais, esses problemas aumentam consideravelmente, acarretando grandes conflitos nos filhos, principalmente, os menores. São, como podemos ver, problemas que geram causas, que na maioria das vezes, os próprios pais são impotentes para solucioná-los.

[sobe]

Qual a importância do leigo conhecer melhor a depressão infantil?

É importante o conhecimento do leigo sobre a DI. A partir dessa informação os pais podem ajudar em muito seus filhos quando são conhecedores de algumas informações sobre saúde e doenças das crianças.

A DI muitas vezes passa despercebida em casa. A criança fica isolada, muito quieta e as vezes os pais interpretam como "bom comportamento". A situação agrava-se quando chega a informação da escola que a criança não vem bem em termos de rendimento escolar. A partir deste momento a DI já está instalada e devem os pais imediatamente procurar ajuda profissional para iniciar o processo de intervenção.

Temos notado, por outro lado, que a maioria dos pais não acatam o diagnóstico de depressão em seus filhos. Para isso, os profissionais da saúde em muito contribuem, principalmente pediatras e psicólogos mais desavisados quando dizem aos pais que depressão na criança não existe. É preciso mudar essa idéia. É necessário também alertar a academia para falar das depressões na infância e adolescência, para que não sejam os próprios profissionais a fazerem afirmativas errôneas aos pais.

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