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| Informe seu médico sobre a
ingestão de ervas ou suplementos |
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| Fonte: Psychosomatic Medicine, 23/09/1999 |
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Embora ervas e suplementos de dieta pareçam trazer
efeitos benéficos para a depressão, ansiedade,
insônia e problemas de memória, uma nova pesquisa
demonstra que existem efeitos colaterais em potencial.
Milhões de pacientes deprimidos ou com insônia
misturam os remédios prescritos a terapias
alternativas, na maioria das vezes, sem informar seus médicos.
Os resultados da pesquisa, conduzida por Adriane Fugh-Berman
e colaboradores, foram publicados na edição
desse mês de Psychosomatic Medicine.
Cerca de 42% dos consumidores americanos utilizaram remédios
alternativos em 1997 e mais de 34% em 1990, conforme pesquisa
efetuada por telefone, citada no trabalho. Os consumidores
utilizaram essas terapias principalmente para dores crônicas,
ansiedade, fadiga e outras indisposições de
longo prazo.
Em 23 estudos aleatórios sobre um determinado
antidepressivo, pacientes reportaram melhoras, aparentemente
advindas dos efeitos das ervas farmacológicas no cérebro.
Efeitos colaterais brandos, tais como sintomas
gastrointestinais, fadiga e sensibilidade aumentada ao
bronzeamento pela luz do sol, foram reportados.
Extratos de folhas de árvores ginkgo estão
relacionados a melhoras cognitivas em pacientes com problemas
de memória, disputando com as melhoras alcançadas
através de agentes farmacológicos-padrão.
Os efeitos colaterais são raros, mas podem ser graves.
Conhecido por aumentar o fluxo sangüíneo, o
anticoagulante à base de ervas apresenta propriedades
que podem ser danosas para pacientes com problemas de formação
de coágulos obstrutivos.
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