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| Mulheres ainda não têm
o costume de tomar vitaminas para prevenir defeitos congênitos
em seus bebês |
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| Fonte: March of Dimes, 06/06/2000 |
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Apesar de anos de campanhas de saúde pública
aconselhando o uso de ácido fólico, vitamina B,
por prevenir defeitos congênitos sérios do cérebro
e da espinha, a maioria das gestantes ainda não tomam a
vitamina a tempo, de acordo com um levantamento publicado hoje
em March of Dimes.
Apenas 32% das mulheres entre 18 e 45 anos que
não estavam grávidas na época da pesquisa
tomavam um multivitamínico diário contendo ácido
fólico.
Este quadro mudou muito pouco desde 1995, o
primeiro ano da pesquisa da March of Dimes. A Dr. Jennifer L.
Howse, presidente da March of Dimes, observou que 9 entre 10
mulheres não sabem que o ácido fólico
deve ser consumido antes da gravidez para ser eficaz e que
apenas 1 em 7 sabem que a substância previne defeitos
congênitos.
Metade das mulheres cientes das informações
sobre o ácido fólico afirmaram que tiveram
conhecimento do assunto em uma revista ou em um artigo de
jornal, pelo rádio ou pela televisão.
Apenas 20% das mulheres afirmou que seus médicos
as informaram sobre a vitamina.
Defeitos dos tubos neurais estão entre
os defeitos congênitos mais sérios e comuns nos
Estados Unidos. A cada ano, cerca de 2500 bebês nascem
com estes defeitos e muitas outras gestações
afetadas resultam em aborto ou em parto de natimorto. O
defeito dos tubos neurais mais comuns é a espinha bífida,
uma das maiores causas de paralisia infantil.
Para prevenir esses defeitos, todas as mulheres
capazes de terem filhos deveriam consumir, diariamente, um
multivitamínico contendo 400 microgramas de ácido
fólico, antes da gravidez, como parte de uma dieta saudável
contendo alimentos naturalmente ricos em ácido fólico,
tais como vegetais verdes folhosos, suco de laranja, feijão
e produtos em grãos enriquecidos, fortificados com a
vitamina.
Os resultados do levantamento feito pela March of Dimes
baseiam-se em entrevistas por telefone, com amostragem por
todos os EUA, envolvendo 2013 mulheres, entre 18 e 45 anos,
conduzida entre 13 de janeiro e 17 de fevereiro de 2000. Para
resultados com base em tantas amostras, pode-se afirmar, com
95% de certeza, que o erro relativo à amostragem e a
outros efeitos aleatórios poderia ser ±3%.
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