Emedix - Portal de saúde com informações sobre doenças, prevenção, tratamento, saúde no dia a dia, nutrição e qualidade de vida.
Imagens
Diretório de Saúde Dicionário Médico Medicamentos Genéricos Comunidades Virtuais
Saúde no dia-a-dia
linha
  Alimentação Saudável
linha
  Atividade Física
linha
  Saúde da Família
linha
  Vitaminas/Sais Minerais
linha
  Fitoterápicos
linha
Doenças e Prevenção
linha
  Artigos médicos
linha
  Perguntas & Respostas
linha
  Ponto de Vista
linha
Descobertas Científicas
linha
  Notícias da Semana
linha
  Arquivo de Notícias
linha
  Notícias Setor Saúde
linha
  Agenda de Eventos
linha
Variedades
linha
  Cartão virtual
linha
  Teste seu conhecimento
linha
  Pesquisas Online
linha
  Serviços ao Leitor
linha
sobre nós
linha
  Equipe
linha
  Colaboradores
linha
  Campanhas de saúde
linha
  Anuncie Conosco
linha
  Termo de Compromisso
linha
Desenvolvimento: Tecnoweb

Notícias Novembro de  2000

Entendendo a regulação da memória do sistema imune
Fonte: Science, 17/11/2000

Se o sistema imune de uma pessoa combate, com sucesso, uma infecção, não apenas a pessoa se recupera, mas também adquire imunidade contra a reinfecção pelo mesmo patógeno. A habilidade do sistema imune em lembrar dos patógenos que já combateu e de responder pronta e efetivamente aos mesmos durante novas exposições é a base da estratégia das vacinas.

Pesquisadores da Universidade de Iowa, conduzidos por John Harty, Ph.D., professor associado de microbiologia, estão fazendo progressos para entender como funcionam estes complicados aspectos da resposta imune. Descobriu-se que duas moléculas, a perforina e o interferon gama, já conhecidos por participarem do combate às infecções, também são responsáveis pela regulação do tamanho e da natureza da resposta imune inicial e da imunidade protetora residual. As descobertas foram publicadas na edição de 17 de novembro da revista Science.

"Acreditava-se que o único papel destas moléculas era habilitar as células T para, direta ou indiretamente, destruir as células infectadas. Identificamos outro papel das mesmas, como reguladores que controlam quantas células T são geradas em resposta à infecção e quantas destas células sobrevivem e contribuem para a memória imune.

O sistema imune aprendeu a usar e modificar os sistemas já existentes para que façam seu trabalho no combate às infecções", diz Harty.

Quando o sistema imune ativo se confronta com um novo invasor exógeno, como uma bactéria ou vírus, inicialmente gera grandes números de células T específicas para o agente infeccioso. Estas células expandidas sofrem um processo de diferenciação, tornando-se capazes de combater a infecção. Uma vez que a mesma é eliminada, a maioria das células expandidas morre. As células sobreviventes, cerca de 10%, são mantidas como células de memória.

"A regulação precisa da fase de morte após a expansão permite-nos responder a muitos patógenos diferentes, sem exaurir o sistema imune", diz Harty. Até muito recentemente, os pesquisadores avaliaram a natureza e a força da resposta imune focada na produção de anticorpos, moléculas geradas pelo sistema para combater a infecção. São facilmente detectáveis e quantificáveis. Contudo, nos últimos cinco anos houve uma revolução na habilidade dos cientistas em identificar, contar e avaliar a função das células T antígeno específicas com bastante precisão. Quantificar estas células nos dá um acesso mais preciso da resposta imune para uma vacina ou para um infecção.

Nos estudos atuais, Harty e seus colaboradores utilizaram estas técnicas de medida, além de pesquisas anteriores, para avaliar os níveis de células T durante diferentes estágios de infecção. Investigando a resposta imune em camundongos, criados por engenharia genética de forma a não possuírem uma ou ambas as moléculas, os pesquisadores elucidaram os papéis regulatórios da perforina e do interferon gama.

Os camundongos foram infectados com Listeria monocytogenes, patógeno bacteriano que causa infecções em humanos. Os estudos demonstraram que a perforina controla o número total de células T inicialmente gerados em resposta a um patógeno e o interferon gama controla o processo pelo qual a maioria destas células são eliminadas após o fim da infecção. O interferon gama também afeta os sítios do patógeno que causam a resposta imune.

O papel das moléculas não variou quando os pesquisadores repetiram os experimentos utilizando um vírus como agente de infecção, embora vírus e bactérias interajam com o hospedeiro de várias formas durante a infecção.

As doenças auto-imunes resultam da ativação inapropriada de certos subconjuntos de células T, que reconhecem auto-antígenos como sendo opostos aos antígenos dos patógenos. Ao entender como as células T são reguladas, os cientistas poderão entender e, possivelmente, tratar as condições autoimunes.


Enviar a um amigo

[voltar] [topo]

Atenção: As informações contidas neste site têm caráter informativo e não devem ser utilizadas para realizar auto-diagnóstico, auto-tratamento ou auto-medicação. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

Proibida a reprodução, distribuição ou publicação, parcial ou total, do conteúdo deste site estando o infrator sujeito às sanções legais cabíveis.


notícias 2000
Jan Fev Mar
Abr Mai Jun
Jul Ago Set
Out Nov Dez

Mais notícias:
1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014

+ notícias
marcador Novos antibióticos devem ser usados com sabedoria
marcador Fumo ligado a intelecto debilitado em idosos
marcador Soja protege o coração sem elevar taxa hormônios
marcador Combatendo doenças cardíacas em minutos
marcador Vitamina D é medicamento promissor contra o câncer
marcador O mel pode ser a cura
marcador Caroteno e vitamina E protegem contra dano do sol para pele
marcador Dieta e exercício têm importante papel na prevenção do câncer
marcador Risco de câncer de mama está ligado à terapia de reposição hormonal
marcador Vitamina E pode ajudar a reduzir declínio cognitivo em idosos
marcador A aspirina pode trazer mais problemas do que benefícios na prevenção de doenças coronárias
marcador Mulheres ainda não têm o costume de tomar vitaminas para prevenir defeitos congênitos em seus bebês
marcador Vitaminas C e E podem proteger contra o declínio mental e algumas demências
marcador Descoberto método inovador de terapia genética para doenças do coração
Home Saúde no dia-a-dia: Doenças e Prevenção: Pesquisas Científicas: Variedades: Sobre nós:
Contato Alimentação Saudável Artigos Médicos Notícias da Semana Cartão virtual Anuncie Conosco
Newsletter Atividade Física Perguntas e Respostas Arquivo de Notícias Pesquisas Online Equipe
Diretório de Saúde Saúde da Família Ponto de Vista Notícias - Setor de Saúde Testes e Curiosidades Colaboradores
Medicamentos Genéricos Vitaminas e Sais Minerais Comunidades Virtuais Agenda Serviços ao Leitor Termo de Compromisso
Dicionário Médico Fitoterápicos
Mapa do site
Desenvolvimento:Tecnoweb - Tel: (0xx21)2523-9108
Todos os direitos Reservados. 2000 - 2014 ®
Pesquisar
Inicio Newsletter Contato
Ecard Recomendar Twitter