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| Nova esperança para os que
sofrem de doenças neurodegenerativas |
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| Fonte: Universidade Texas A&M, 25/04/2001 |
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Biologistas da Universidade Texas A&M
estão estudando a genética do aprendizado e da
memória de humanos, o que pode ajudar a entender o
envelhecimento e a encontrar a cura para doenças
neurodegenerativas como as doenças de Parkinson e de
Alzheimer.
Efthimios M. Skoulakis, especialista em
biologia molecular do aprendizado e memória, professor
assistente de biologia de Texas A&M, está estudando
a forma pela qual os oncogenes, genes geralmente responsáveis
pelo câncer, podem participar nos processos normais de
aprendizado.
"Os biologistas acreditavam que os
oncogenes são utilizados no desenvolvimento inicial do
indivíduo ou são ativados posteriormente,
causando o câncer em adultos. Hoje, acredita-se que os
oncogenes podem estar ativos no cérebro durante a vida
adulta normal", diz Skoulakis.
"Uma das formas utilizadas pelos
fabricantes de medicamentos no combate ao câncer é
o simples bloqueio da ação de oncogenes específicos
para eliminar os tumores. Então, se estes genes tiverem
funções positivas no cérebro,
eliminaremos certas funções cerebrais?",
complementa.
Descobriu-se que quando alguns tipos de
genes, os 14-3-3, são desativados nas moscas, elas
apresentam dificuldades de aprendizado, sugerindo que estes
genes possam regular a atividade oncogênica do
aprendizado. As moscas têm dois genes 14-3-3 diferentes,
enquanto que nove deles foram identificados em humanos.
Os cientistas já sabem que a maioria
dos genes 14-3-3 humanos são expressos no cérebro.
Resta agora descobrir quais deles estão envolvidos no
aprendizado.
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